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Onde escondemos o lapela? (esconder, colocar o lapela)

Uma dos erros que mais pode rolar em relação ao som no cinema é o aparecimento do nosso pequenino na imagem. O lapela é um pequeno microfone que serve exatamente para ficar o mais proximo possível da boca do personagem, sendo o microfone responsável por captar a fala. O que acontece muitas vezes é que estamos quase terminando de montar o set de filmagem quando alguém vira-se para a equipe e pergunta: onde eu boto o lapela? O que o lapela tem de bom em relação ao shotgun (o microfone que fica na vara de boom) é que ele é mais "duro": capta muito mais o que está proximo dele e muito menos o que está distante, portanto ele é ótimo para cenas externas. normalmente o sistema de lapela consiste em três partes: o microfone (que tem um cabo, o que pode atrapalhar um pouco), que liga em um transmissor (o treco que fica na cintura, mas em uma cena que os atores ficam sentados ele pode ficar no chão, na mesa, ou em qualquer lugar que não apareça mas facilite a transmissão) e um receptor...

Games e Política

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Fui assistir a uma palestra do Gonzalo Frasca, um game designer, pesquisador de games e dono de um currículo bacana com PhD e todos esses maus necessários (isso de acordo com os pesquisadores que eu conheço que alegam que a pesquisa vicia além de dar muito trabalho!). O simpático uruguaio que vestia exatamente o que queria dizer (uma jaqueta da Hello Kitty por cima de uma camiseta do Obama!) falou sobre a relação entre games e política, mas não apenas política de candidatos e eleições como sempre acabo por restringir a palavra, fez um apanhado do que são, essencialmente, os jogos e a que propósitos eles atendem embasando-se no passado, dentre outras coisas jogos de tabuleiro, para levantar questões sobre o atual universo/mercado dos games e a relação deles (principalmente dos jogos para a internet) com a sociedade. Com comparações eficazes e muito divertidas, Frasca, falou sobre como os jogos já ganharam um espaço grande e estão se tornando, em suas palavras, “o novo graffiti”: um meio...

Fim das captações, início das edições

O prazo de entrega do curta "Sonho de todo o Junky" será para meio de Julho! aprendi que nada bom sai fácil. Mas quando terminar vocês vão ver!! Estou tentando marcar uma bela de uma "premiere" do nosso filme, e assim que rolar aviso a todos! abraço! *Guilherme Ferrari é colaborador do Audiovisueiros

Vício Semanal

Diferente do que alguns pensam, um seriado não é um filme muito, muito longo. Cada episódio contém em si o ciclo fundado por Aristóteles em “A Poética”, nosso velho conhecido “começo, meio, fim”. Uma situação é apresentada, um problema é proposto e uma solução é dada até o fim do capítulo. Uma solução raramente permanente, raramente estável, raramente inteligente. Considerando a temporada de um seriado, o mesmo ciclo se repete: apresentam-se os personagens, novos e velhos, cria-se um conflito e resolve-se o conflito até o fim da temporada. Se usarmos como objeto de estudo o próprio seriado, com todas as temporadas, do começo ao fim, também vamos observar que a estrutura é a mesma. Seriados carregam em si uma meta estrutura: um filme, dentro de outro filme, dentro de outro filme. Sabe-se lá até quando vai essa constante. De maneira menos teórica e, provavelmente, muito mais simples, o que acaba atraindo o espectador é que essa estruturação, na verdade, permite a aproximação de uma narr...

Debut!

Os meninos haviam comentado comigo sobre participar nesse blog. Dei uma enrolada, eles deram uma esquecida e assim ficou. Adorei o convite e a iniciativa de escrever sobre audiovisual, mas uma coisa me deixava insegura: escrever o quê? Pior ainda. Desde que decidi fazer cinema, escrever sobre cinema me assusta um pouco. “E se eu me tornar uma crítica de cinema e não uma cineasta?”. Sou uma pessoa confusa de reflexo lento. Se me perguntam alguma coisa que tenha um mínimo grau de importância, preciso de um certo tempo para refletir e responder descentemente. Quase seis meses depois, a luz finalmente veio. “Qual é, Natália, escrever sobre cinema não é tarefa fácil, mas é aquilo que você mais gosta no mundo todo, não é?”. É! E cá estou eu. Ah! Acho válido uma apresentação ligeira: Estou no segundo ano de Audiovisual do Senac e alguns dos meus filmes favoritos são “Pequena Miss Sunshine” e “O Fabuloso Destino de Amelie Poulain”. Adoro “cinemão” blockbuster, mas nunca dispenso filmes de dige...

Comecaram as filmagens!

Ja comecaram as filmagens do curta que estou dirigindo. O Renan ficou encarregado da ass. de direcao e estamos todos vivos. Agora temos mais 5 diarias de gravacao e depois editamos e finalizamos. Acredito que estará pronto ate final de outubro. Mais informações, postaremos aqui! Ate mais!!! *Guilherme Ferrari é colaborador do Audiovisueiros

Batman - The Dark Night (Chistopher Nolan, 2008)

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Essa semana fui ao cinema assistir ao novo filme do Batman: Batman - The Dark Knight. Demorei um pouco por que gostaria de assistir numa sala mais bacana e com pessoas mais próximas, por isso, na última quinta-feira, fui com alguns amigos da faculdade ao Kinoplex, localizado no Itaim Bibi, onde pudemos assistir ao filme numa sala certificada com o THX, a melhor qualidade de som 5.1 existente no planeta... Chistopher Nolan("Batman Begins", "O grande truque") mais uma vez supera nossas expectativas assim como fez com Batman Begins. O filme é muito bem dirigido, os enquadramentos são muito precisos e as atuações muito impressionantes. Todos estão muito bem no filme, Christian Bale("O império do sol") retorna no papel do morcegão que tenta combater o crime em Gothan, Aaron Eckhart faz sua estréia como o promotor público Harvey Dent, além de é claro Gary Oldman como Jim Gordon, Morgan Freeman como Lucius Fox e o insuperável Michael Caine no papel de Alfred. Esq...