segunda-feira, 28 de abril de 2008

Vejam só vocês, quanta coisa boa...

Resolvi que se der tempo vou a cinema hoje, ver "Estômago", do diretor Marcos Jorge (diretor de filmes como "O encontro", curta premiado em gramado, no festival de curitiba...) que tem no elenco João Miguel (atuou em "O céu de suely", "Cinema, aspirinas e urubus"...). Assim que sair da sessão pretendo fazer uma crítica... dizem que é bom...
E vocês não sabem da nova! Agora temos uma academia brasileira de cinema! não que ela seja super nova, foi fundada em 20 de maio de 2002, mas agora estão dizendo por ai que o "grande prêmio VIVO de cinema" esta ganhando seu espaço. Pra saber mais é só clicar aqui que você vai dar no site oficial da academia. O premiado do ano passado foi "O ano em que meus pais saíram de férias", do Cao Hamburguer, diretor do "Castelo ra-tim-bum". Este eu ainda não vi.
Mas enquanto vemos os filmes aqui do Brasil, Rodrigo Santoro vai participar do novo longa estrelado por Jim Carrey, chamado "I love you Phillip Morris". Nosso astro está fazendo uma ótima carreira, pelo menos ao meu ver... O elenco conta também com Ewan McGregor, que inclusive estará no elenco do filme "Anjos e Demônios", baseado no livro escrito por Dan Brown que antecede a famosa saga do "Código da vinci".
E parece que o filho adotivo do casal Cruise e e Nicole Kidman vai estrear no cinema. Já esta com treze anos, e ele fará o papel do personagem estrelado por Will Smith quando jovem. Diz Tom Cruise que está muito orgulhoso de seu filho pois ele teve de passar por todos os testes de elenco e não teve ajuda de ninguém para conseguir o papel... sei, sei... vou eu lá fazer um teste...

Enfim, muita coisa rolando.

Até um outro encontro!

*Guilherme Ferrari é colaborador do Audiovisueiros

sexta-feira, 25 de abril de 2008

Uma Enrolação só!

Então pessoal, visitantes, amigos!

Para quem ainda não sabe, lá na faculdade estamos fazendo alguns curtas metragens para concluir o semestre, e está uma correria só! Então eu e o Renan tivemos de cancelar nossa reunião de hoje! Forças maiores... O Renan está agora na locação, que hoje é uma quadra de futebol (se eu não me engano), e hoje mesmo quando saí da faculdade estavamos verificando equipamentos. No final do semestre os vídeos estarão postados aqui! Mas mesmo sem a presença do Renan, acho que posso simular um relatório, falando um pouco dos projetos que estamos envolvidos.

Eu estou em quatro projetos, e deles, dois o Renan também está.
Semana passada tivemos uma pequena pedra no sapato: já era a segunda vez que a locação era a minha casa, mas o grupo teve de gastar uma diária a mais de filmagem graças a atrasos (pois na pré produção planejamos apenas um dia na minha casa). Faltavam poucas cenas e não demoraríamos muito para finalizar lá em casa. Eis que começamos a sentir um cheiro de queimado. O Dedo Light (refletor) deu um curto circuito e queimou o cabo de energia! ficamos com um refletor a menos.

Um outro grupo que faço parte esta filmando um monte de cenas na casa de uma menina do grupo, e eles inclusive pintaram as paredes!!! se um dia vocês quiserem pintar sua casa, ofereçam-na como locação.

Em um outro grupo tivemos um problemão, porque uma das cenas foi filmada em um beco no Bairro do Socorro, no fim de tarde. Então, como já era de se esperar, foram roubados. Mas uma coisa incrível é que os ladrões não levaram os equipamentos, apenas a vara de Boom! Aquela vareta que segura o microfone! hahahahaha Eu não estava na locação, e deixei os meus walk-talks com eles (foram roubados...), mas o Julio (diretor de fotografia) me contou que antes deles roubarem viraram para eles e perguntaram: "isso é pra chamar a polícia?!". O Júlio, desesperado (coitado), falou com a maior pressa do mundo:
"não não! um fala com o outro! um fala com o outro!"

Dias depois, quando foram filmar em outra locação que era em uma rua, os meninos do grupo tiveram que ficar de guarda em volta do set, e uma das meninas do grupo (Heloisa, ass. de direção) fez um comentário que descreve bem a cena:
"Seria cômico se não fosse trágico..."



Enfim, apesar dos pesares, tudo está indo bem. Estressante, mas funcionando...

Até mais!

*Guilherme Ferrari é colaborador do Audiovisueiros

quarta-feira, 23 de abril de 2008

Happy ending (falando sobre...)

Post inspirado em comentário do Ernesto.

Já vi muita gente falar de final de filme. Tem gente que fica puto quando alguém conta o final de um filme. Tem gente que gosta de final inteligente, sarcástico, simples, leve. E tem gente que gosta de happy end.
Happy end existe desde que nasceu a narrativa. Não que não exista outra boa alternativa para um final bom, mas em boa parte das mídias contadoras de história a grande maioria dos finais é feliz! Depende de qual mídia.

Mas eu não to aqui nesse post para falar de qualquer mídia. Nesse caso eu quero enfatizar o cinema.
O cinema ainda é um bebê, e quando ele surgiu (o nascimento pode ser datado próximo de 1900) outras formas de contar história já existiam. O cinema tentou vários caminhos, entre o circo, experimento científico... e nenhum deles pode se dizer que foi fracassado, pois eles fazem parte do trajeto que fez o cinema ser o que é hoje. Mas chegou um dado momento que o cinema ganhou uma forma. Nas duas primeiras décadas do século XX, um cara chamado David W. Griffith, fez alguns filmes que lhe tornaram o grande responsável pelo desenvolvimento e pela consolidação da linguagem do cinema como a conhecemos hoje.
Essa linguagem ai, que eu falo, tem essa história de happy end.

mas chega de contar a história, o ponto que eu queria chegar é: um filme, para ser bom, não precisa ter happy end. Existem filmes que tem finais bem diferentes de um happy end e são muito bons.

Mas esses exemplos eu quero deixar para vocês. Que filmes lhes chamaram a atenção no final?

*Guilherme Ferrari é colaborador do Audiovisueiros

terça-feira, 22 de abril de 2008

As trilhas de Danny Elfman, PARTE 1



Danny Elfman (Daniel Robert Elfman) passou a trabalhar com trilha sonora depois de se envolver com o mundo da música, quando mudou-se ainda jovem para Los Angeles e fez uma banda com seu irmão chamada “The Mystic Knights of Oingo Boingo”. A banda tornou-se importante no meio underground dos EUA e apareceu em filmes como “de volta para escola”, e compondo inclusive a música tema de “Mulher nota 1000”. Em 1980 Danny Elfman cria a trilha do filme de seu outro irmão chamado “Forbidden zone” e em 1985 é chamado por um fã de sua banda, o hoje muito famoso Tim Burton (Diretor de filmes como “Edward mãos de tesoura”, “Beetlejuice”...), para fazer a trilha de seu primeiro projeto, o curta metragem chamado “Pee-wee’s big adventure”. Esse projeto gerou uma parceiria que dura até hoje, e Danny Elfman faz boa parte das trilhas sonoras dos filmes de Tim Burton. Em 1993, Danny é indicado para o Golden Globe pela trilha do musical animado “Estranho mundo de Jack”, também dirigido por Tim Burton, na qual ele canta algumas das músicas e inclusive co-produziu o projeto e em 1997 é indicado ao oscar por duas trilhas: “Men In Black” e “Gênio indomável”.

Outros projetos conhecidos de Danny Elfman são por exemplo a trilha do filme e o tema da série de televisão “Os Simpsons”, as trilhas dos filmes “Spider man”, “O Cavaleiro sem cabeça”, “Batman Returns”, Big fish”, a nova versão de “A Fantástica fábrica de chocolate”, “A noiva-cadáver”... e uma indinidade de outras obras que provavelmente você já viu.

Quer saber mais?
Entre no IMDB do Danny Elfman:
http://www.imdb.com/name/nm0000384/

*Guilherme Ferrari é colaborador do Audiovisueiros

domingo, 20 de abril de 2008

Reality Show

Quantos reality shows vocês acham que existem no mundo? Começemos pelo google. quando “googlei” a palavra reality show tive a seguinte resposta: “Resultados 1 - 10 de cerca de 22.900.000 para reality show. (0,18 segundos)”. Vocês sabem quão absurdo é isso? Procurando a bíblia você tem 25.900.000!!! a diferença é que a bíblia tem uns 2000 anos a mais de idade!
Mas não tem só isso de interessante sobre os reality shows. Fiz uma pequena pesquisa sobre os reality shows e vi que realmente, nos dias de hoje, esse formato de programa conquista uma legião imensa de fãns.
Se tentarmos, podemos observar cinco grandes categorias de reality shows: os reality shows semelhantes ao “Survivor”, que um grupo de pessoas é submetido a falta de produtos básicos para a sobrevivência e têm que buscar como se sustentar dentro de um ambiente hostil e competitivo; os reality shows do tipo “Big brother” que submete um grupo de pessoas a viver dentro de uma casa sem contato com o resto do mundo e acabam se envolvendo em diversas intrigas; tipo academia artística, que um grupo de espirantes a artístas profissionais tentam ganhar o crédito de um grupo de especialistas no assunto e o público; tipo casal, que uma pessoa solteira é disputada por um grupo de interessados/as; e tipo busca de emprego, que um empresário submete um grupo de candidatos tenta conquistar os valores de um bom funcinário em suas concepções e no final fica com um para a sua empresa.
Mas o que tem de tão especial esses programas que de alguma forma mostram apenas a vida real? Acredito que essa resposta começe dizendo que a pergunta não está correta. Os reality shows não mostram a realidade como ela é, primeiro porque teoricamente não podemos mostrar na teve a imagem de ninguém sem a prévia autorização. Isso significa que as pessoas que estão sendo filmadas sabem que estão ou estarão na teve. Outra coisa é que todos esses programas são manipulados por roteiros previamente pensados para que deêm audiência, e então, dinheiro. É claro que isso é uma nescessidade mas eles deixam de ser o que teoricamente faz as pessoas assistirem. Mas tem coisas que chamam ainda mais a atenção, que é o desejo que está em todo ser humano de espiar, e se o cara não se interessa nada por esse estilo de programa deve ser porque essa pessoa já tem em algum lugar na sua vida esse desejo de espiar os outros suprido.
Para não deixar esse artigo tão longo eu paro a discução por aqui e dou a palavra a vocês, mas antes eu já recomendo o que me trouxe a inspiração para esse post, que foi o filme “EDTV” do diretor Ron Howard. Também postado no tópico Gui Ferrari está a minha crítica do filme.

Por enquanto é só!

*Guilherme Ferrari é colaborador do Audiovisueiros

Crítica do filme "EDTV" (Ron Howard, 1999)

Um filme bem agitado, "EDTV" é um longa metragem bem interessante. Mostrando de uma forma crítica e hilariante a fama gerada pelos reality shows aos seus participantes ele quase vê o futuro desse tipo de programa. Lançado em 1999, ano anterior ao Big brother, é a história de um texano chamado Ed, que aceita participar de um programa reality show 24 horas. O canal de teve irá filma-lo durante o dia todo, e o programa não será editado. Tudo parece rolar bem até que ele começa a namorar a ex-namorada de seu irmão mais velho. Enfim, no final das contas, é um filme divertido e leve, com um roteiro simples mas muito bem desenvolvido, mas não ganha no quesito inovação do filme “The Truman Show”, estrelado por Jim carrey, que veio exatemente um ano antes (1998) e tem diversas qualidades que pra mim são mais inovadoras do que as de seu irmão mais novo “EDTV”. Mas “EDTV” é um filme bacana que que não deixa a desejar, como a maioria das criticas que vi na internet falam, pois no caso do filme “The Truman show”, o personagem não sabe que sua vida é um reality show, e no caso dele a própria cidade em que ele vive é falsa e feita de cenários e atores. Já na história de “EDTV”, o personagem sabe que será filmado 24 horas e vive em uma cidade normal, que inclusive assiste o programa dele.
Enfim, acho que vale assistir os dois e dar a sua opinião…


*Guilherme Ferrari é colaborador do Audiovisueiros

sábado, 19 de abril de 2008

Crítica do filme "Chega de saudade" (Laís Bodanzky, 2008)

O filme "Chega de saudade" de Laís Bodanzky é simples, entretanto belo por sua própria simplicidade. Com a proposta de trabalhar dentro de um tempo praticamente real, ele adentra esse ambiente dos bailes noturnos freqüentados por pessoas idosas, trabalhando com as qualidades e os defeitos de cada personagem, memórias de tempos que passaram e previsões de tempos que virão. Cada um com seu conflito, com seu desejo, enfim cada um curtindo ou desprezando a sua própria nostalgia. Um filme delicado, com uma idéia leve que se resolve naquilo que se propôe, que nos faz pensar, que nos faz olhar para dentro de nós mesmos e nos faz refletir, um filme para ser visto e revisto. Um filme de gente, um filme de pessoas que existem e que tentam entender suas angústias em um lugar familiar.

*Renan Lima é editor do Audiovisueiros

sexta-feira, 18 de abril de 2008

Nos conhecendo melhor!

Essa conversa não tem nada de conceitual. Na verdade nos juntamos apenas para falar um pouco do blog. Depois de ensinar os grandes recursos dificílimos do blogger ao Renan, começamos a divagar sobre os filmes que já vimos. Renan ficou ofendido, pois eu não tinha visto "Amadeus" do mesmo diretor de "Um estranho no ninho". Renan disse:
"estou chocado! Como assim, Guilherme Mormillo Ferrari? Você não viu "Amadeus"?!"
.
Percebemos que diversos filmes que eram nossos favoritos, o outro nem mesmo tinha visto! Veja só você: e a gente acha que sabe alguma coisa de cinema.
Mas já fica uma dica, que inclusive esta na super tabelinha ao lado direito, que é o filme "Crash" dirigido e escrito por Paul Haggis, que está nos favoritos do Renan, e depois dele me indicar fiquei muito impressionado também.

Outra dica é que fomos ao cinema ontem!
Sim!
Nós vamos ao cinema, de vez em quando...
Assistimos ao filmes nacional "Chega de saudade", dirigido por Laís Bodanzky. O Renan gostou muito do roteiro (Luís Bolognesi) e da fotografia (Walter Carvalho). Eu descrevo o filme como "bonitinho". Não que eu não tenha gostado. O roteiro é muito legal mesmo.
Pra quem não tem paciência de procurar, o filme esta passando no Espaço Unibanco da rua Augusta, e de quinta feira é só 5 reais a inteira!
E para quem quer ler mais alguma coisa sobre cinema brasileiro, tem um site muito bacana chamado "adoro cinema brasileiro" que é muito legal. Clique aqui para visitá-lo!

Por enquanto é só, pessoal!

*Guilherme Ferrari é colaborador do Audiovisueiros

quarta-feira, 16 de abril de 2008

Falando de som no cinema

A parte de uma obra de cinema relacionada ao som tem muita importância. Por acaso você já experimentou assistir a um filme com o som desligado? Seria uma experiência bem sem graça. Mas não se preocupem (sei que não estão preocupados...), no mundo de cinema o som é muito bem pensado.

Se pensarmos na equipe de pessoas que se relacionam com o som do cinema veremos que é semelhante a falar da equipe de imagem, porque existem diversas funções completamente diferentes. No caso da equipe que se relaciona com a imagem temos por exemplo o diretor de fotografia e sua equipe, o diretor de arte e sua equipe, e funções que se relacionam com o filme todo como o produtor ou o diretor.
No som temos funções em todas as etapas da produção. Na pré produção, duas funções relacionadas ao som tem muita importância: o sound designer (responsável pela concepção artística do som do filme todo) e o técnico de som, ou som direto (que seria a pessoa responsável pela captação de som no set de filmagem e precisa saber das locações para planejar como será a captação). Na fase de produção o técnico de som direto é a figura mais importante. Na pós produção temos o compositor (nem todo filme tem, mas teoricamente é a pessoa que irá criar a música original do filme), o trilheiro (responsável por criar a "ambientação musical" do filme, que se não houver compositor também será responsável por coletar músicas anteriores ao filme junto com o sound designer), o engenheiro de som - música (a pessoa responsável por editar, mixar e masterizar a trilha musical), o engenheiro de som - diálogo (a pessoa que irá verificar o takes de som para ver a qualidade, sincronizar com o filme e dizer se há ou não a necessidade de dublagem) e até mesmo o engenheiro de som do filme que trabalha junto com o sound designer também.

Todas essas funções podem mudar de cara de acordo com a produção mas basicamente é isso mesmo:
O sound designer e o diretor pensam em como será o som do filme como um todo. Esse processo se chama decupagem de som. Depois que o produtor de set conseguir as locações o sound designer e o técnico de som direto vão conversar sobre quais microfones serão usados, entre outras coisas que influenciam nas qualidades de som decididas na decupagem. A captação acontece, e depois esse material vai para a edição de som, onde será editado e sincronizado. Depois, com o filme quase pronto a trilha sonora será inserida, considerando efeitos de som (como por exemplo o som do sabre de luz, ou um barulho de tiro, explosão...) e a música. Então o filme é mixado e masterizado.

Achei um link na internet que fala muito bem da trilha sonora no cinema, quem se interessar clique aqui, vale a pena conferir!

Ficou alguma dúvida?
de sugestões nos cometários!

*Guilherme Ferrari é colaborador do Audiovisueiros

terça-feira, 15 de abril de 2008

Gui Ferrari e Renan Lima

Como vocês podem ver, na lateral direita do site existe uma divisão por temas de postagem, e em cada um deles a primeira ou segunda postagem, como essa, vai falar do que se trata o tópico, para você não se perder no site.

Boa leitura!

*Guilherme Ferrari é colaborador do Audiovisueiros

segunda-feira, 14 de abril de 2008

Primeira postagem

Como o blog é novo, e nem fizemos nosso primeiro relatório, vou falar um pouco do meu gosto por cinema.

Quando entrei na faculdade, dizia que quanto pior o filme, mais eu gostava.
MAS, as faculdades nos mudam, e para bem ou para mal, passei a olhar de forma um pouco mais crítica o que assistia, e muitos filmes que estavam na minha lista de predilétos eu nem gosto mais.
Hoje sou fascinado por obras de todo tipo, desde que elas tenham alguma preocupação com a qualidade, é claro.

Características de filmes que entram na minha lista de preferidos:
- Filmes que demonstram uma boa decupagem de som, ou seja, aqueles filmes que te pegam só com os aspectos sonoros, como a música ou o som ambiente. (ex.: "Apocalipse now!", "o resgate do soldado ryan", "nightmare before christmas"...)

- Filmes que tem um roteiro muito bom e/ou que me faz chorar - claro que não chorar de dor e descontentamento - (ex.: "simplesmente amor", "juno", Albergue espanhol"...).

- Filmes que fazem chorar de rir ou ficar com o sorriso estampado na cara. (ex.: "Jalla Jalla", "prenda-me se for capaz", "quero ser john malkovich", "O âncora"...)

- Filmes que atendem perfeitamente a sua proposta e me fascinam por algum motivo. (ex.: "Duro de Matar" - o primeiro! -, "Cidadão Kane", "Rei leão", "Veludo azul", "South park - o filme", .........)


características de filmes que NÃO ENTRAM na minha lista de preferidos:

- Trilha sonora horrível (nenhum exemplo pra dar de bate-pronto)

- Filmes de terror pra dar sustinho ou não conseguir dormir (TODOS os "jogos mortais", "sei o que vocês fizeram no verão passado", o massacre da serra-elétrica" -sendo que na verdade é uma moto serra, né?...-)

- Comédias que não me fazem rir ("todo mundo em pânico", "deu a louca em hollywood", ...)



Enfim, deve ter faltado muitas características de filmes que me incomodam, mas basicamente é isso. clique aqui para ver o outro blog que faço parte!

*Guilherme Ferrari é colaborador do Audiovisueiros

MUITO BEM VINDOS

Como vocês, visitantes, podem ver, eu e o Renan resolvemos fazer um blog para falar de filmes. Na verdade não pretendemos falar só de filmes, mas de todo o universo audiovisual que existe hoje em dia. Pretendemos postar as nossas discussões durante nossas reuniões que acontecerão toda semana - provavelmente sexta feira - e também opiniões de cada um, separadamente. caso apareça algum post que não tem a ver com as discussões dos filmes que vamos levantar toda a semana, eles ficaram no tópico discussões.


Sejam Bem vindos!

*Guilherme Ferrari é colaborador do Audiovisueiros